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Inovação na produção de masterbatches de côr

A Isolago investiu cerca de 500 mil euros numa linha de produção de masterbatches de côr. É a primeira instalação do género na Península Ibérica, e caracteriza-se pelo elevado grau de automatização, incluindo a dosificação. "Actuamos num mercado de commodities no qual só se pode ser competitivo com eficiência de custos. A automatização das linhas de processo é essencial para essa eficiência" - disse à REVIPLAST Gonçalo Maia, gestor de produto da Isolago. Normalmente, uma linha de produção de masterbatches envolve quatro etapas: pesagem, mistura, extrusão e embalagem.


A intervenção humana na primeira etapa implica custos mais elevados e risco de erro. Na segunda etapa, a mistura a alta velocidade comporta risco de sobre-aquecimento do polímero e consequente degradação. Para ultrapassar estas limitações, a Isolago investiu num processo composto apenas por duas etapas: extrusão e embalagem. Os materiais são doseados de forma totalmente automática e em contínuo, garantindo total homogeneidade da mistura. A configuração da extrusora comporta as fases de plastificação, mistura, dispersão e desgasificação. Os riscos de erro e de perdas de material são praticamente eliminados. Aliás, a extrusora só funciona se todos os equipamentos a montante estiveram a operar dentro das especificações.


"Para produções acima dos 1000kg este processo de fabrico é altamente eficiente e competitivo" - disse Gonçalo Maia - "Permite-nos ter uma redução de custos entre 5 a 15% no processo de fabrico. Além disso, garante a constância da qualidade do produto, graças a uma melhor dispersão do pigmento e a uma menor degradação dos polímeros de base. O processo descontínuo só é competitivo para quantidades mais pequenas, e em função do misturador".


A Isolago prevê instalar no final deste ano uma segunda linha de produção de masterbatches com dosificação em contínuo.



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